Reunião da diretoria da Ampla Fundição na Cemig com o vereador Nando Tolentino e deputado Lucas Lasmar
Deputado Lucas Lasmar atua para ampliar fornecimento de energia para empresas de Cláudio
Em junho de 2023, o empresário Aluísio Ferreira Fernandes decidiu fazer um grande investimento no futuro da Fundição Ampla. Adquiriu um forno de indução de última geração para modernizar sua produção. No entanto, mais de um ano e meio depois, o equipamento continua parado. O motivo? Falta de energia suficiente para colocá-lo em funcionamento.
O novo forno exige um grande aumento no fornecimento de energia, de 150 para 1.100 quilowatts. A Cemig prometeu a troca do transformador da subestação para viabilizar a demanda, mas a obra, prevista para janeiro de 2024, não foi entregue. Segundo Aluísio Fernando, o problema não é exclusivo da Ampla: “outras empresas de Cláudio também enfrentaram dificuldades semelhantes. “Esse problema afeta a cidade inteira”, desabafa o empresário.
Diante do impasse, o deputado estadual Lucas Lasmar (Rede) entrou em ação. Atendendo a um pedido do vereador Fernando Tolentino (PSDB), ele cobrou agilidade da Cemig, que finalmente definiu um prazo: a obra deve ser concluída no dia 21 de março. “Graças à atuação de Lucas Lasmar, parece que agora o problema será resolvido”, comemora Aluísio. Segundo ele, técnicos da Cemig já iniciaram os trabalhos e programaram um desligamento de energia para ajustes no dia 27 de fevereiro.
Lasmar reforça a importância da ampliação do fornecimento elétrico para o setor industrial de Cláudio, que abriga um dos maiores polos de fundição e metalurgia da América Latina. “São dezenas de empresas que geram empregos e movimentam a economia. Só a Ampla, por exemplo, emprega 95 trabalhadores. O abastecimento de energia adequado é essencial para garantir o crescimento do setor”, afirma o deputado.
Mas a atuação de Lucas Lasmar não se limita à infraestrutura elétrica. Ele também trabalha por soluções sustentáveis para a indústria. O deputado é autor do projeto de lei 1258/2023, que propõe o reaproveitamento da areia descartada no processo de fundição, um dos maiores resíduos industriais do Brasil. Em Minas Gerais, são geradas cerca de 400 mil toneladas desse material anualmente, e o descarte representa um alto custo para as empresas, que precisam transportá-lo para aterros especializados. O projeto já passou pelas Comissões de Constituição e Justiça, Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico da Assembleia Legislativa de Minas Gerais e avança na tramitação.